Casa 3: quarto Casal


Segue imagens do quarto de casal, um Spar para fugir da correria do dia-dia, integrado a areas do banheiro deixando a privacidade somente para o sanitário.





Com toque rustico e tons claros, traz ao ambiente leveza e relaxamento, pensado na iluminação natural e na praticidade do convívio do casal, a banheira faz divida dos ambientes, possibilitando momentos de relaxamento enquanto assiste tv.





o contrastes de texturas dos materiais rústicos e o escuro da madeira empregada acompanha o estilo da casa contrapondo com o toque moderno e clássico do do porcelanato e das pastilhas, com iluminação planejada e inteligente, o toque moderno e pratico fica por conta das louças como a pia dupla, trazendo individualidade, e dos aparelhos empregados, e das luminárias de teto estilo Pixar, maleáveis e versáteis atendendo todas as necessidades do casal.


Casa 3: Sala intima


Começando o piso superior com uma sala intima, visualmente mais limpa, com equipamentos pessoais como a bicicleta ergométrica alguns livros e vídeo games e outros brinquedos das crianças, que para muito gente é sinônimo de ambiente bagunçado.


O ventilador de teto de fibra natural trás um ar relaxante e confortável, junto com os tons pasteis das paredes e cortinas, com poucos moveis e apetrechos, deixando o ambiente leve, pratico na limpeza do dia a dia.

Ambiente bem arejado e iluminado, tanto pela porta que da para a sacada, quanto pelo painel de vidro da escada, ambientando o pavimento térreo com o pavimento superior, com o tema natureza, trazendo um leve trabalhado de cores.


Procuro sempre trazer vida aos ambientes com toques naturais, na postagem anterior apresentei a sala com painéis verticais verdes, e nesta sala, estou dando o toque sutil com arbustos em vasos. protegido da agitação das crianças na sala, e quebrando a visão a primeira vista, trazendo ainda mais intimidade ao ambiente.


casa 3: térreo



HOJE ESTOU COMEÇANDO MAIS UMA SERIE DE POSTAGEM DA NOVA CASA

Esta casa traz um ambiente totalmente aberto, bem arejado, com um toque rustico e moderno, com acabamentos práticos, e integrado ao paisagismo.
usando e abusando do vidro temperado, e de coberturas prolongadas ao redor da casa, trazendo muita sombra e frescor, sem abrir mão da claridade natural.




os moveis escuros contrapõem com os revestimentos claros, deixando os ambientes em perfeito equilíbrio e totalmente aconchegante





a cozinha foi projetada com o mas moderno sistema e iluminação e acabamento, com gavetões e e uma distribuição especifica para as necessidades da cliente, contudo tem um acabamento em madeira escura quebrando a frieza do moderno, com bancada e acabamento do sóculo em granito preto, trazendo rusticidade e aconchego, e a praticidade em limpeza dom eletrodomésticos em aço escovado com os puxadores combinando








uma planta milimetricamente pensada em sua distribuições e funções, sem abrir mão da harmonia e leveza ao ambiente.




Manutenção de Jardins

Manutenção de Jardins



Regras básicas para a manutenção de um jardim:
·           Irrigações mais frequentes até o completo pegamento das mudas. A necessidade de irrigação irá depender do tipo de solo, da espécie vegetal, da época do ano e do tamanho da planta;
·           Replantio de mudas para substituir as eventualmente mortas e/ou espécies de floração sazonal;
·           Varredura geral dos gramados e canteiros para retirada de folhas e detritos;
·           Corte da grama mantendo-se o delineamento das margens nos canteiros e passeios;
·           Cobertura anual dos gramados com terra peneirada e adubada, bem como reposição de terra nos canteiros para compensar o solo eventualmente perdido por erosão;
·           Controle de plantas daninhas, assim como de plantas parasitas;
·           Combate sistemático aos insetos-praga e agentes causadores de doenças;
·           Podas de diversos tipos, de acordo com a necessidade;
·           Adubação geral em todas as áreas do jardim, de acordo com as necessidades de cada espécie.

Dentre as trepadeiras, os arbustos escandentes e cipós precisam ser amarrados a tutores durante as primeiras fases do desenvolvimento, sendo necessário, ainda, dirigir os caules para posições mais adequadas. Os cipós podem exigir algumas podas iniciais para forçar a ramificação lateral e impedir o crescimento excessivo em altura.
1.ADUBAÇÃO DE COBERTURA

A) Para árvores: 200g de 4-14-8 + Zn após o perfeito pegamento das mudas:
Fazer, ainda, três aplicações de 150g/vez de sulfato de amônio ou nitrocálcio no período chuvoso, ao redor da planta na zona de projeção da copa. Mudas com menos de 1,80m de altura, estas quantidades devem ser reduzidas proporcionalmente;
B) Para palmeiras: após o pegamento da muda, aplica-se 200g/cova do adubo 10-10-10;
C) Para arbusto: 120g de 4-14-8+Zn após o perfeito pegamento das mudas:
 Fazer, ainda, três aplicações de 90g/vez de sulfato de amônio ou nitrocálcio no período chuvoso, ao redor da planta na zona de projeção da copa.
D) Para cercas vivas: há exigência de mais adubações anuais de cobertura, especialmente quando trata-se de uma cerca viva podada. Sugere-se uma formulação equilibrada como 10-10-10 (30g.m-1 linear/vez), sendo a primeira logo no início das chuvas e três posteriores durante o período chuvoso;
E) Para trepadeiras: usa-se 300g de 10-10-10 após o pegamento da muda, divididas em duas ou três parcelas durante o período chuvoso.

2. PODAS



As podas mutilantes devem ser evitadas. Controlar o crescimento da copa tem sentido apenas para direcionar a ocupação do espaço que lhe foi destinado, nunca delimitar o volume da copa.
2.1. De Formação

A poda de formação é usada quando se pretende alterar o hábito natural de crescimento da planta, sendo diferente da topiária (prática que consiste em dar forma geométrica e escultural a uma planta de folhagem densa). Esta poda quase não é usada em arbustos, com exceção daqueles para cercas vivas formais, nas quais logo após o pegamento, faz-se o desponte à baixa altura para estimular a ramificação lateral. Assim, após as mudas atingirem 65cm de altura, poda-se a haste principal a 20cm do solo para quebrar a dominância apical e estimular o desenvolvimento dos ramos laterais. Estes serão podados a 15cm do caule quando da segunda poda da parte apical e, assim, sucessivamente, até que atinja a altura e largura desejadas. Assim, as plantas serão forçadas a formar a saia com numerosos galhos quase paralelos ao solo e estendidos a poucos centímetros deste.
Ao contrário da anterior, para a formação de arvoretas, podam-se todos os ramos laterais que surgirem, exceto pequena coroa no topo. Após o arbusto atingir altura conveniente (1,5m), deixa-se a copa desenvolver, tutorando-o até que o caule se torne suficientemente lignificado para suportar seu próprio peso.
Algumas plantas, como as rosas trepadeiras, com tendência a crescerem excessivamente para cima e pouco para os lados, devem ter seus ramos laterais curvados para baixo e amarrados, para que haja acúmulo de hormônios que induzirão a emissão de novas brotações.
Para o caso de árvores, deve-se eliminar todas as brotações laterais à medida que forem aparecendo até a altura de 1,8 a 2,0m, para permitir o livre trânsito de pessoas e veículos, assim como quando do surgimento de dois ou mais troncos, esses devem ser eliminados enquanto novos.
Os ramos ladrões também devem ser eliminados, pois além de serem excessivamente compridos, não apresentam nenhum efeito estético e exaurem as substâncias nutritivas da planta e perturbam o seu desenvolvimento.
2.2. De Floração

A poda de floração é característica de cada espécie, pois depende do tempo gasto para a formação das gemas floríferas. Nas hortênsias, deve ser feita após floração já murcha, apenas nos ramos que tenham apresentado floração, para não retirar os ramos que irão florir no próximo ano.
Nas roseiras e hibiscos, por florescerem apenas nos ramos nascidos no ano corrente, a poda deve ser feita antes que os novos brotos comecem a aparecer, para que nasçam brotos fortes que logo produzirão flores. Já o bico de papagaio deve ser podado drasticamente a 15cm do solo, a fim de produzir brotação vigorosa e grandes brácteas vermelhas.
A maior parte dos arbustos é podada com a intenção de se conseguir mais flores, o que deve ser feito no momento certo para não ocorrer efeito inverso, ou seja, a supressão da florada.

2.3. De Limpeza

A poda de limpeza consiste em uma poda leve, simples, para a retirada de ramos secos, doentes, praguejados ou com alguma inconveniência.

2.4. De Correção
A poda de correção é realizada quando o plantio foi efetuado em local inadequado e a planta estiver impedindo a entrada de luz ou atrapalhando o livre trânsito das pessoas. Feita preferencialmente no final do inverno, especialmente se for necessário a remoção de muitos galhos.
2.5. De Rejuvenescimento

A poda de rejuvenescimento é efetuada com o objetivo de reformar a copa, reconstituir a ramagem já estéril e fazer voltar à planta sua aparência perdida. Feita drasticamente no final do inverno antes do início da brotação, removendo os caules mais velhos e cortando-se bem próximo ao solo.




 

Estilos de Paisagismo em uma breve história







1. Formal: um estilo mais organizado, comportado e com maior equilíbrio;
2. Informal: um estilo desarrumado propositadamente, com influência dos jardins ingleses, privilegiando a natureza e a descontração;
3. Rochoso: específico de climas quentes e agrestes, usa e abusa das múltiplas composições de pedras;
4. Japonês: ganha um significado muito especial, ditado pela filosofia do povo japonês. Cada espécie é muito valorizada e seus recantos levam, quase sempre, as pessoas à meditação;
5. Tropical: toda exuberância da flora das regiões tropicais está presente neste estilo, que utiliza, predominantemente, espécies nativas e traduz-se em um jardim de desenho;
6. Ambiental: é uma paisagem na qual a prioridade consiste em recuperar a vegetação nativa;
7. Ecológico: bastante atual, esse tipo de jardim segue uma tendência que surgiu na Alemanha. Busca a interação da planta ao mundo do homem;
8. Clean: visualmente mais limpo, utiliza poucas espécies, mas de boa qualidade. Acompanha uma tendência atual de construções com linhas retas;
9. Social: consiste em uma paisagem que convida à convivência, desfrute e contribui para o embelezamento das áreas vizinhas, da cidade. Ex: jardins particulares que se estende até a rua.

Tem-se na China a menção mais antiga de jardins, onde se crê que o homem, agrupando plantas, procurando imitar a natureza, estabeleceu as bases de um jardim que foi o embrião do estilo paisagístico naturalista, informal. Este estilo apresenta as seguintes características:


  • §   Jardim com predominância de linhas curvas e graciosas, livres;
  • §   Superfícies onduladas;
  • §   Uso de plantas perenes de crescimento livre;
  • §   Uso de muitas folhagens;
  • §   Figuras indefinidas;
  • §   Plantas naturais nos lugares certos;
  • §   Trilhas de largura variável;
  • §   Traçado acompanhando os acidentes do terreno;
  • §   Sem uso de filas indianas, plantas podadas segundo as formas, cercaduras, bordaduras e terra aparente;


 Exemplos: chinês, inglês e japonês: este estilo chegou ao Japão no século VI e na Inglaterra no século XVIII.
Pouco depois da China, considerada o berço da jardinocultura, surgiu no Egito e Pérsia uma outra tendência que, por muito tempo, iria dominar o mundo: a dos jardins regulares e geométricos, chamado de estilo clássico, geométrico ou formal, cujas características são as seguintes:


  • §   Jardim regular, com predominância de linhas retas e geométricas;
  • §   Jardins simétricos, de formas artificiais;
  • §   Vegetação rigidamente podada;
  • §   Canteiros com cercaduras e bordaduras;
  • §   Grande trabalho de manutenção;
  • §   Elevado custo de implantação;
  • §   Muitas estátuas e obras de arte;
  • §   Uso de cercas vivas podadas;
  • §   Solo aparente;
  • §   Cultivo de violetas a roseiras;


 Exemplos: jardins egípcios, grego, persa, mourisco, romano, medieval, do renascimento (italiano, francês e holandês). Este estilo chegou à Roma no século XVII, à França no século XVII, e ingressou na Arábia e Espanha no século XIII.
O estilo contemporâneo refere-se a um estilo de jardim criado com liberdade de ação no sentido funcional e estético, sendo:


  • §   Jardins irregulares com disposição informal;
  • §   Plantas de crescimento livre, muita folhagem e colorido abundante;
  • §   Maciços de plantas que se integram à paisagem;
  • §   Elementos decorativos: pedras, bancos, escadas, esculturas, água e pérgolas;
  • §   Florada subseqüente em diversas épocas do ano;
  • §   Planos diretores urbanos;
  • §   Integração à cidade, praças, parques, espaços verdes semi-públicos e privados, arborização de ruas e avenidas;
  • §   Atendimento às necessidades de recreação nas diferentes faixas etárias;
  • §   Espaços destinados ao esporte e lazer;
  • §   Composição de paisagens urbanas;
  • §   Preservação de ocorrências naturais.









Quarto Menino Explorador: Amostra de Decoração de Assis

Quarto explorador.

o quarto explorador projetado especialmente para a Amostra de Decoração da cidade de Assis, foi pensado para atender um menino de 5 a 10 anos,

primeiro feito uma pesquisa das melhores atividades a serem empregadas no ambiente, sabendo do perigo das crianças brincarem na rua, a partir dai optei por incluir o máximo de atividades que estimule a criança em todos os desenvolvimentos possíveis, como o desenvolvimento cognitivo, sensorial, etc.
também sempre antenada nas modernidades inclui inicialmente a parede de escalada, sendo a atividade principal do quarto. dando liberdade e segurança a um exercício que toda mãe sabe que a criança pratica pela casa de forma insegura, outro ponto também muito importante é o barrado lousa que esta sendo muito usado em vários ambientes, mas qui preferi o adesivo branco fosco, que traz um visual mais claro e limpo ao ambiente sem atrapalhar na criatividade da criança.

Projeto:











Ambiente antes da obra:





Ambiente durante reforma:



























Ambiente Final: